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Corruíra ou Cambaxirra [Troglodytes musculus]

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11,5cm Identificação: quase inconfundível, ao menos em ambientes alterados pelo homem, as outras espécies brasileiras da família Troglodytidae são típicas de ambientes florestais ou restritas a habitats muito específicos.
Até recentemente a espécie Troglodytes aedon tinha sua distribuição registrada em todo o continente americano, exceto acima do Círculo Polar Ártico, no entanto após uma série de estudos as populações ao sul do México passaram a ser consideradas como uma espécie distinta, renomeada como Troglodytes aedon. A mudança no nome científico não mudou em nada a popularidade desta ave já muito conhecida em nosso país.
Esta pequena ave apresenta um comportamento hiperativo, pulando pelo chão a procura de pequenos invertebrados, lembrando um camundongo ( musculus = camundongo ). Também pode saltar de galho em galho com a mesma velocidade, porém raramente se alimenta muito distante do solo, empoleirando principalmente para cantar.
Sua vocalização é muito complexa e melodiosa, algo que é de se esperar para uma ave da mesma família do famoso uirapuru.
Com certeza os comportamentos mais notáveis em relação a esta espécie referem-se a sua reprodução, pois a corruíra é capaz de construir seu ninho nos locais mais improváveis. A lista de relatos de ninhos construídos em condições incomuns é grande, passando por telefones públicos, tratores, caixas de música, instalações elétricas, etc. É uma das aves que mais se aproveita dos ninhos artificiais disponibilizados pelos humanos, especialmente caixas com entrada pequena. Os ovos, de 3 a 6, eclodem após cerca de duas semanas e os filhotes demoram quase o dobro deste tempo para abandonar o ninho. Os pais se revezam nos cuidados com os filhotes.
A corruíra pode destruir ovos de outras espécies de aves sem nem mesmo alimentar-se deles. Este comportamento pode estar relacionado à eliminação de competidores de outras espécies. Há vários relatos deste comportamento para a espécie americana, e para a brasileira há uma descrição de predação em ovos do sabiá-pardo (Turdus leucomelas )

fonte(site):Giau (texto): Rodrigo Girardi Santiago
fonte(audio):xeno-canto
(foto):Rose, tirada em Cruz das Almas, BA

8 comentários:

  1. Parabéns.....gostei muito !!!!!

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  2. Que lindo! amei! eu tenho deles aqui no quintal. Voces me deram a idéia, vou colocar ninho artificial para eles, no pé de graviola, se der certo, comentarei depois.

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  3. coloca o canto do chupim (vira bosta)

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  4. Tenho muitas fotos desse pássaro no Flickr, mas, não sabia o nome. Só agora, neste magnífico site consigo saber. Parabéns pelo site, é muito bom é cultural.

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  5. Olá, visitem meu flickr pra ver que coisa mais linda!!! Fizeram ninho em casa. Três filhotinhos...tchutchucos...
    http://www.flickr.com/photos/karinadubuc/5185740882/

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  6. Olá! Gostei muito do trabalho de vocês e, em especial deste post - principalmente porque tem o lindo canto da corruíra! Hoje, finalmente, consegui tirar uma foto de um deles no Jardim Botânico (SP). São bastante ariscos, né?
    Um abração!

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  7. achei um ninho com quatro filhotes,em uma lugar de mata que pegou fogo, então o ninho foi abandonado,como posso criar eles em cativeiro até que estajam adultos o suficiente para se virarem sosinhos?

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  8. achei um ninho com quatro filhotes,em uma lugar de mata que pegou fogo, então o ninho foi abandonado,como posso criar eles em cativeiro até que estajam adultos o suficiente para se virarem sosinhos?

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"O direito, legalizado, de alguém criar pássaros para serem criados em gaiolas, seja para deleite ou preservação, não suplanta o meu de desejar ver todos eles livres."
[AluiZio Derizans]